Lixo do lado de lá do Atlântico

terça-feira, 13 de Outubro de 2009

Um vídeo da actriz brasileira Maitê Proença a satirizar os portugueses e Portugal está a causar verdadeira polémica entre os internautas. O 'clip', filmado em 2007, termina com a actriz a cuspir numa fonte.

Numa reportagem para o programa brasileiro 'Saia Justa', Maitê exibiu o vídeo, com quatro minutos de duração, terminando a apresentação a rir às gargalhadas juntamente com as apresentadoras.

As imagens mostram a passagem da actriz por Sintra, 'uma vilazinha perto de Lisboa', onde 'não se consegue enviar um e-mail', pelo Mosteiro dos Jerónimos e Padrão dos Descobrimentos, que segundo a própria foi mandado construir por Salazar, ditador que esteve 'cerca de 20 anos no poder'.

Maitê Proença contou ainda que não conseguiu arranjar um técnico informático no seu hotel de cinco estrelas: 'Mandaram um técnico que olhava para o meu mouse (rato) como se fosse uma capivara. Depois chamaram um colega que, imaginem, era o porteiro do hotel!', descreve a actriz imitando o sotaque português.

O vídeo tem sido tema principal em vários sites e redes sociais na Internet. A actriz Lídia Franco, por exemplo, foi uma das que expressou a sua indignação: 'Chega a ser repugnante', afirma.

Recorde-se que a actriz já editou várias obras de sua autoria no nosso País, que chegaram a ter lugar no top das livrarias nacionais.


http://www.correiodamanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021&contentid=1BCF7969-5241-445C-8676-8BDE62567160&goComments=31#comentarios

Ana Gomes a louca

sexta-feira, 9 de Outubro de 2009

Sintra, 09 Out (Lusa) -- "A candidata socialista à câmara de Sintra, Ana Gomes, considerou hoje que o encontro desta manhã entre Manuela Ferreira Leite e Fernando Seara representa "o beijo de uma derrotada a um derrotado".
"Sei muito bem a consideração que Manuela Ferreira Leite tem por Fernando Seara e também sei como ele lhe retribui. O encontro desta manhã é o beijo de uma derrotada a um derrotado", disse Ana Gomes à agência Lusa.
A candidata socialista responde assim às declarações da líder do PSD que esta manhã, em visita a Sintra, considerou "ridícula" uma eventual comparação entre Fernando Seara (Coligação Mais Sintra) e Ana Gomes e rejeitou que a sua presença na campanha fosse uma resposta ao PS
".

http://noticias.sapo.pt/local/especial/autarquicas/noticias/artigo/l10216972.html#page=5


Esta senhora (vulgo gaja), volta a atacar com os seus ataques esquizófrenicos e desfasados de qualquer realidade.
O encontro desta "gaja" com o seu amigo José Sócrates terá sido o quê? O encontro da corrupta com o corrupto? Talvez o encontro da louca com o louco.
Esta senhora devia ser ainda hoje deportada para o Iraque ou Afeganistão, países que tanto preza. Reside nesses países o cunho democrata que esta tipa, e os gurus da esquerda pretendem implementar em Portugal. Se ainda não conseguiram claro.

Academia das ciências premeia demagogia Obamiana

Num acto que não se pode considerar de total surpresa, foi hoje atribuido o Prémio Nobel da Paz, ao senhor Barack Hussein Obama, pela seu esforço na tentativa de relançar a cooperação e o multilateralismo mundial.

É assim coroada, e premiada, a inconsequência das palavras retóricas e demagógicas deste senhor ao longo dos últimos 2 anos que coincidiram com a sua (negra) ascenção política.


Não haveria ninguém mais merecedor deste prémio, senão um individuo que apenas capitalizou na sua cor de pele, e num slogan de campanha mobilizador de massas incautas, e que se mostra de uma total impotência enquanto Presidente americano (além da tentativa de tentar universalizar o sistema de saude americano, alguém o ouviu dizer mais alguma coisa de relevo??)

Mais um dia malfadado para Portugal

segunda-feira, 5 de Outubro de 2009


Comemoram-se hoje exactamente 99 anos da instauração da República em Portugal.


Culminar de um processo que se iniciou em 1908, quando um grupo de assassinos ligados à maçonaria e carbonária portuguesa, assassinaram, a tiros de gazalote, o Rei D. Carlos e o principe herdeiro, Luís Filipe, no Terreiro do Paço.


Nas vésperas do centenário deste acontecimento, temos de reflectir sobre o que este acontecimento, e o posterior advento da República, trouxeram a Portugal:



- De grande potência ultramarina, passámos a estado mundial ultra-periférico, que importa tudo e nada produz.


-Dependemos de Estados obtuosos, com interesses pouco claros e perigosos para poder subsistir. Temos até um 1ºministro, que se orgulha da relação que tem com José Eduardo dos Santos e Hugo Chavez.


-De elites empreendedoras e corajosas passámos a elites preguiçosas, acomodadas ao poder político que nada produzem de bom para o país. Temos o caso dos políticos profissionais, que sem qualquer convicção política, ou vontade de trabalhar, se alistam nas juventudes partidárias à espera que umas migalhas lhes caiam à boca.


-Deixámos de ter simbolos nacionais, ou de ter uma figura que agregasse todo o povo à sua causa: com a honrosa excepção do Professor Dr. Oliveira Salazar nenhum político desde esta malfadada data de 5 de Outubro de 1910, conseguiu agregar o seu povo. Pelo contrário, os políticos fomentam a quezilia interna, o partidarismo cego, e muitas vezes o separatismo.




Como vemos, talvez esta mudança radical de regime tenha sido boa para algumas familias.. Para a grande maioria do povo, seria possivel e desejável o retorno à velha política monárquica, que levou Portugal ao topo do mundo. Com uma República nestes moldes, só teremos tendência a afundar-nos ainda mais.


VIVA O REI, VIVA A MONARQUIA, FORA A REPÚBLICA DOS TACHISTAS.




Imigração sem regras beneficia foras de lei romenos


Francisco Louçã e José Sócrates, afirmam que a imigração trouxe uma série de beneficios a toda a Europa, particularmente a Portugal.

É bom ver que ainda há gente que não caiu nesta cantiga destes pategos, que só saem à rua de 4 em 4 anos.

Em Itália, na zona de Milão e em Madrid a brigada especial de polícia encarregue dos crimes de imigração alerta que em média cada cigano acumula 12000 euros por mês em furtos. Através de roubos a multibancos e furtos a malas de senhora, perpetrados por crianças (supervisionados por adultos), logo impunes, alcança-se este montante astronómico ( mais ainda se pensarmos que estes pequenos ladrões se movem em quadrilhas de 50 pessoas que se espalham por toda a cidade em busca da melhor oportunidade para furtar).

Nem Portugal escapa a este flagelo. Quem nunca foi abordado pelo tipico "dá uma moedinha para alimentar a minha filha"? A situação hoje em dia ainda é pior: da pura mendicidade, passámos em Portugal a fenómenos de prostituição de cidadãs ciganas, que vêm esta como uma actividade lucrativa. sem os riscos agregados a um furto. Quem nunca passou em Lisboa, no Poço do Borratém? Mais, fenómenos de criminalidade violenta também já são imputados a esta gente.

Com tudo isto em mente, como podemos qualificar estas pessoas como positivas para o Estado português ( e para a Europa), se elas apenas destroem um país já de si pobre?

Em baixo, está o modo como o dinheiro ganho de forma ilegal fora da Roménia é depois investido .























Bloco de esquerda: faz como eu digo, não faças como eu faço

sábado, 19 de Setembro de 2009


Mostrando-se fortes opositores da privatização da segurança social, Francisco Louçã e os seus lacaios Trotskistas, Fernando Rosas e Miguel Portas não se coibiram de investir 30 mil euros num plano poupança reforma (PPR). Estão com medo de não terem as reformas chorudas asseguradas meninos?
As lacaias Ana Drago e Joana Amaral Dias, também não se coibiram de aplicar o seu rico dinheirinho em acções de empresas recém privatizadas, que por acaso deram lucro. Só sorte meninas. Isto mesmo tendo em conta que o BE é liminarmente contra privatizações empresariais, ao bom estilo da acção económica planificada da antiga União Soviética.
Faz como eu digo, não faças como eu faço. Poderia ser o lema do Bloco de Esquerda.

Mascarada eleitoral

Não deixa de ser hilariante o ambiente de campanha eleitoral dos últimos dias.

É hilariante assistir às famosas "arruadas" de todos os quadrantes políticos, vulgarmente conhecidas como "caça ao voto". Mais hilariante pensarmos que os caçadores de votos, os caciquistas, durante 4 anos ficaram trancados nos seus gabinetes e condominios de luxo, evitando contactos com o povão que desprezam, excepto neste mês de campanha.

Hilariante pensarmos também que este povão não sabe mandar esta gente dar uma volta: apoia esta gente, incentiva-os, grita o seu nome, dá-lhes beijos, apertos de mão e abraços, sem perceber o nojo e o asco destes pseudo-politicos em os cumprimentar.


É hilariante este ambiente de carnaval, em que os políticos vestem a sua máscara de bons samaritanos e de gente de bem, e vem para a rua brincar com aqueles que durante toda a sua vida não passaram de palhaços legitimadores de um regime político a cair de podre.